quinta-feira, 27 de maio de 2010


Uma verdadeira história de amor
Um dia, o atraente soldado John Blanchard foi à biblioteca para ler um livro. (Sei que esse tipo de passatempo pode parecer bem sem graça. mas. provavelmente, ele devia estar sentindo muita saudade do seu lar e não sabia o que fazer. Mas isso o levou a algo bem mais interessante.) John ficou impressionado ao ler umas ano­tações feitas nas margens de um livro que folheava:
- Nossa, gostaria de conhecer a pessoa que escreveu essas palavras. Elas são tão profundas e inspirativas!
Descobriu um nome na capa do livro: Harlyss Maynell. Nova Iorque. (É. sei que ela tem um nome bem esquisito, mas guarde este nome: Harlyss Maynell é uma personagem muito importante nesta história.) De alguma forma. John tinha certeza de que havia sido ela quem escrevera nas margens do livro. Então, ele fez algo ainda mais doido e impulsivo, o tipo de coisa que acaba naquelas listas dos "dez mais" que dizem que você está solitário quando vai até a biblioteca, encontra um nome na capa de um livro e telefona para a pessoa, convidando-a para sair. Bem. está bem, John não convidou Harlyss para sair. mas ele ligou para ela! Procurou o seu nome na lista telefônica de Nova Iorque e perguntou-lhe se poderi­am começar a se corresponder. (Isso foi antes de existir o e-mail.)
Aquela atitude foi bem audaciosa. O cara nem conhecia Harlyss! Ela poderia ser uma traficante, integrante da máfia ou uma assassina! Mas ele estava disposto a ir fundo naquilo. Que será que ela havia escrito nas margens do livro? Aquelas palavras deviam ser bem inspirativas. não é? Talvez John precisasse desesperadamente de um amigo.
Mas voltemos a Harlyss Maynell. Ao que parece, ela devia ser uma pessoa formidável. E deve ter tido uma queda por John.
pois concordou em corresponder-se com ele, mesmo sabendo que ele estava indo para a guerra, na Europa. Começaram a se corresponder, e logo John ficou apaixonado por Harlyss.... mesmo nunca a tendo conhecido! Ele conhecia apenas o que ela havia escrito nas cartas e nas margens do livro. Entretanto, estava apaixonado! (Garotas, será que vocês não gostariam de ter umas aulinhas de redação com Harlyss? Imaginem, ganhar o coração de um homem com uma caneta! Vocês nem teriam de usar mais o recurso da maquiagem! Brincadeirinha!)
Acho que John deve ter começado a ficar bem inquieto por não saber como Harlyss era fisicamente, pois. um dia. John escre­veu a Harlyss. pedindo-lhe uma foto. Mas ela respondeu de forma bem categórica: "Não, não enviarei uma foto minha, porque os re­lacionamentos não devem ser baseados apenas nas aparências." (Oh. rapazes, vocês considerariam isso um sinal de que talvez Harlyss não seja a pessoa mais bonita deste mundo? Claro que a garota poderia escrever bem. mas o que será que havia de errado com a sua aparência para ela não mandar uma foto?)
Muitos caras talvez tivessem desistido bem aí. Mas não foi o que John fez. Como eu disse, as cartas e as anotações dela eram maravilhosas. Por isso John deve ter pensado que ela era apenas uma mulher geniosa. Continuou a ficar cada vez mais apaixonado por ela, mesmo sem nenhuma foto dela para colocar debaixo do travesseiro. Imagine amar alguém que você nunca viu, mas por quem está profundamente apaixonado!
Finalmente surgiu uma oportunidade para John conhecer pessoalmente Harlyss. Ele estava voltando para os Estados Unidos e escreveu a Harlyss. propondo-lhe um encontro em algum lugar onde pudessem jantar. Ela respondeu-lhe que o encontraria na Estação Central de Nova Iorque, bem embaixo do grande relógio. Harlyss disse a John que ele a reconheceria pelo fato de que ela estaria com uma rosa vermelha na lapela.
Então, o dia chegou, e John ficou debaixo do grande reló­gio esperando, esperando. Ele estava um pouquinho nervoso. Afi­nal de contas, aquele não era um primeiro encontro casual. Quero dizer, como você se sentiria se estivesse apaixonado pela letra de alguém e tivesse de conhecer não apenas a mão, mas também os olhos e o rosto dessa pessoa? E o lance da fotografia? Será que ela estava escondendo alguma coisa? Todas aquelas perguntas inun­davam a sua mente alguns segundos antes de ele descobrir a verda­de.
Uma linda mulher, com um sorriso provocante, começou a andar em sua direção, fazendo com que ele a seguisse com o olhar. Por um breve momento, John pensou estar olhando para Harlyss. Ele nem podia acreditar na sua própria sorte! Ela não era apenas uma grande e talentosa escritora, ela era maravilhosa! Mas, aí, ele percebeu que ela não tinha uma rosa na lapela. E o seu coração se apertou em desgosto, enquanto ela passava por ele.
De repente, viu uma mulher que tinha uma rosa vermelha na lapela. Ela estava em sua frente, sorrindo para ele. Ele quase desmaiou em desespero. Ela era uma senhora simples, baixinha e gordinha, mais velha que a própria mãe de John, de cabelos bran­cos caindo por debaixo de um chapéu surrado. Seus olhos brilha­ram quando olhou para ele. Ele olhou novamente para a jovem e linda mulher que desaparecia entre a multidão e sentiu-se dividido. (Sei que esta narração deve estar um pouco incompleta. Quero dizer, rapazes, o que vocês fariam numa situação dessas? Um ra­paz conhecido meu disse que, se fosse John Blanchard, teria volta­do correndo para a guerra e feito de tudo para levar um tiro!)
Mas John Blanchard foi um herói. Fico contente, porque estou começando a gostar dele. Ele não fugiu, ou passou despercebido, ou agiu rudemente. Na verdade, ele percebeu que, mesmo não podendo construir um relacionamento romântico com Harlyss, ele poderia mostrar gratidão àquela mulher que havia sido uma verdadeira amiga por meio de suas cartas. Então, ele sorriu (o mais que pôde) e disse àquela senhora gordinha:
- Oi, a senhora deve ser Harlyss Maynell. Muito obrigado por ter vindo se encontrar comigo. Será que poderemos jantar jun­tos? (Agora sim, isso foi uma atitude nobre! Quantos caras que vocês conhecem teriam feito o mesmo?)
A senhora ficou surpresa e disse:
- Filho, não sei exatamente o que é que está acontecendo, mas sabe aquela jovem que passou por você agora mesmo? Ela me pediu para usar esta rosa e me disse que, se você me convidasse para jantar, ela o estaria esperando no grande restaurante do outro lado da rua. Ela me disse que era um tipo de teste.
Nossa! Será que as suas emoções podem agüentar uma história dessas? No momento em que você estava ficando frustra­do, Harlyss Maynell vira o jogo e mostra ser talentosa, bonita e inacreditavelmente inteligente. Ela sabia que não desejava entrar em um relacionamento com um rapaz sem caráter. Ela sabia que um homem com caráter daria mais valor ao interior de uma pessoa do que ao exterior. Que forma de descobrir o caráter de um homem!
Garotas, antes de se apaixonarem por qualquer um, façam o teste. Vocês não querem passar o resto de suas vidas com um "banana". John Blanchard provou ser digno de toda a atenção e tempo de Harlyss. Não se contentem com homem nenhum que não seja digno de seu tempo e atenção. Mantenham seus padrões ele­vados!

quarta-feira, 26 de maio de 2010


Pra você que acredita que Deus tem uma linda história de amor pra sua vida, leia esse livro e espere em Deus pelo seu príncipe de armadura brilhante !!!!!!

sábado, 22 de maio de 2010

Cada passo uma conseguência!
Pagamos por nossos erros, e muita vezes, pelo erro dos outros!

sexta-feira, 21 de maio de 2010




“ Ele sacou que nada é totalmente cheio:
Esculturas têm buracos;
Músicas têm silêncios;
Conversas têm reticências;
Pessoas têm ocos.
E todos esses vazios fazem sentido
Quando a gente entende
Que eles não são coisas que estão faltando
Mas uma parte do conjunto
Através deles
É que a gente percebe
O mundo do outro lado
São janelas e é pra isso que eles servem”

O Transponível Super Empty.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010


INTIMIDADE.

Essas últimas semanas tenho estado um tanto fria; um tanto longe de Deus e o mais interessante de tudo isso é que Ele nunca está distante de nós. Acho incrível a forma como Deus usa tudo na minha vida pra se comunicar comigo. É simplesmente fantástica a forma como Ele extrai do momento, das pessoas e dos problemas, uma lição.
Minha irmã mudou o horário de trabalho; ela sai uma hora mais tarde e conseqüentemente, chega uma hora mais tarde. Eu não disse a ninguém, mas estou sentindo falta dela. Quase não temos tempo pra conversar e falar besteiras. Quando vou trabalhar, na maioria das vezes ela fica dormindo. Quando eu chego, ela não está e quando ela chega já estou saindo novamente. E por fim quando volto pra dormir, ela já está dormindo. Ontem saí, como sempre, pra passear com o nosso cachorro e é nesse momento também que faço meu devocional. Parei um pouco num determinado lugar e fiquei olhando os carros passarem embaixo enquanto ao mesmo tempo sentia o vento no meu rosto. Pra mim, sentir o vento é como sentir Deus me tocar. E eu fiquei lá um pouco sentindo a presença dEle. Pude perceber que não importa o quanto estejamos nos sentindo frios e distantes com Deus, Ele sempre está perto e podemos sentir a Sua presença. A terra está cheia dela. Perguntei a Deus o que estava acontecendo comigo . Eu não estava com raiva dEle, embora fria, sentia sua falta e não sabia como voltar pra Ele. Eu percebi que embora o sintamos, o que nos mantém é a intimidade com Ele. E Deus usou o exemplo da minha irmã pra me mostrar isso. Embora Bele e eu estejamos todos os dias debaixo do mesmo teto, não temos mais a intimidade que tínhamos para que eu me sinta mais próxima. Eu sinto a presença dela mas não compartilho com ela os acontecimentos do dia, os meus sentimentos, pensamentos, enfim todas essas coisas que fazem parte de uma relação. Sinto falta dela.
E acabo de descobrir que estou com saudades de Deus...
Deus me mostrou e eu pude ver claramente que Ele sempre está perto, mas o que vai fazer diferença na minha vida é o meu relacionamento pessoal e íntimo com Ele. É assim com qualquer relacionamento. O que é melhor: mandar um abraço pra um amigo ou abraçá-lo pessoalmente? Conversar pelo MSN ou cara-a-cara? Que relacionamento você poderá ter com alguém que não conhece que não convive e não se envolve?
Por fim perguntei a Deus o que eu faria pra voltar. Estava fria, mas não estava com raiva dEle. Eu estava achando que pra voltar pra Ele teria que acontecer alguma coisa por que eu não sabia como fazer pra tudo voltar ao normal, e o Senhor me disse que eu só preciso me aproximar. Não estou com raiva da minha irmã e sei que quando temos a chance de nos aproximar, tudo volta ao normal.
Quanto tempo se leva pra voltar? O tempo que você leva pra se aproximar.
A presença de Deus enche toda a terra, e a intimidade com Ele é pra quem O busca.

sexta-feira, 7 de maio de 2010


“SABERÃO TODAS AS ÁRVORES DO CAMPO QUE EU, O SENHOR, ABATI A ÁRVORE ALTA, ELEVEI A BAIXA, SEQUEI A ÁRVORE VERDE E FIZ REVERDECER A SECA; EU, O SENHOR, O DISSE E O FIZ.” EZEQUIEL 17; 24.

A ESPERANÇA EM DEUS NUNCA MORRE.

Com Deus há sempre uma saída, há sempre uma solução e uma porta aberta.
Seja no final do túnel, no fim do poço ou em uma rua sem saída.
Quando penso que não tem mais jeito, nem solução, dou de cara com Ele. Pra onde me viro Deus está lá.
Deus faz questão de dizer que tem fé em mim quando eu não tenho mais.
Ele faz questão de dizer que acredita em mim quando não acredito mais.
Não consigo deixar a esperança. Às vezes não quero acreditar nela, mas não consigo. Ela sempre está lá. Deus é a minha esperança, por isso ela nunca morre!
Não dá pra desistir assim. Se Deus acredita em mim, como posso desistir? Quem sou eu pra desacreditar? Ele não me deixa desitir!
Com Deus não existem sonhos fracassados, não existem problemas sem solução, não existe final infeliz. Com Deus temos um futuro cheio de possibilidades. No dicionário de Deus não existe a palavra IMPOSSÍVEL. Ele é soberano e Jesus rompeu com toda impossibilidade que pudesse existir, seja pessoal, geográfica, temporal, espiritual ou de qualquer outra natureza. Não há limites pra Deus. Temos um Deus soberano que trabalha em favor daqueles que nEle confiam e esperam.
São em momentos assim que me dou conta do quanto Deus me segura pela mão. O que seria de mim sem Deus? O que seria da minha vida sem Ele? Onde será que eu estaria? Como será que estaria minha vida agora?
Quando percorro uma rua e no final dela percebo que não há saída, encontro uma porta: JESUS.
NADA É O FIM!

quinta-feira, 6 de maio de 2010


“ Eu te amo, ó Senhor, força minha. O Senhor é a minha força, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte ... Pois quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rochedo, senão o nosso Deus?" Salmos – 18, 1 , 2 e 31.

Não conheço outro Deus. Não tenho outro lugar pra ir.
Onde mais colocaria minha esperança?
Em quem mais colocaria minha fé?
Em quem mais eu esperaria?
Tu és o meu refugio; a minha esperança; o meu consolo; o meu Deus!
Não há outro que me conheça tão bem.
Não há outro que me ame tanto.
Quem mais consegue enxergar o meu interior?
Quem mais conhece a minha dor?
Pra onde mais eu iria e em quem mais eu esperaria se só Tu tens a palavra de vida!
Só tu és Deus. Não há outro além de ti, Senhor!
Nada posso fazer senão esperar em Ti, esperar em ti, esperar em ti!!!!!!!!!!!!

ESPERANÇA – ANA PAULA VALADÃO.
Quando estou só e o choro parece querer chegar,
um sentimento de temor, como será o amanhã que eu não vejo e quer me assustar ...
Ó meu Deus, ajuda-me a confiar
Quando os sonhos se frustram ou parecem não se realizar,
quando as forças se acabam,
Tudo o que eu sei é Te adorar !
Quando as feridas do meu coração não querem sarar e me atrapalham a visão,
tuas promessas são tão grandes, e as lutas querem me esmagar.
Ó meu Deus, ajuda-me a avançar
Quando os sonhos se frustram ou parecem não se realizar,
quando as forças se acabam,
Tudo o que eu sei é Te adorar!
Tua presença me aquieta a alma e me faz ninar
Como um bebê que não precisa se preocupar
A minha vida escondida em Tuas mãos está,Ó meu Deus, em Ti eu posso descansar
A esperança renasce e a certeza de que perto estás
Tua paz me invade,pois tudo o que eu sei é Te adorar
É te adorar !